quarta-feira, 1 de março de 2017
Por: Tercília Araújo*


“Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio, pescado o último peixe, é que o homem vai entender que não pode comer dinheiro”

A conturbada relação entre homem e meio ambiente alcança seu auge após o processo de revolução industrial ocorrido nos séculos XVIII e XIX. Uma vez que o índice de consumo tendeu a aumentar nesse período, os meios de descarte entretanto eram e continuam sendo muitas vezes inacessíveis para a população comum. Ainda nessa época, a criação e utilização de insumos também favoreceram o processo de degradação da natureza, visto que o homem visa apenas o lucro provindo da natureza mas não se compromete em cuidá-la.

sábado, 14 de maio de 2016


Por: Maria Paula*  

A carta, o telégrafo, o telefone, a internet, o celular e o smartphone: a evolução dos meios de comunicação denota uma relação entre o desenvolvimento tecnológico e o comportamento humano. Logo, na sociedade contemporânea - marcada pela velocidade do fluxo de informações e pela intersecção cultural e pedagógica -, a necessidade de interações interpessoais frequentes estimulou a criação de meios virtuais de transmissão instantânea a nível global: as redes sociais.

Justamente por apresentarem benefícios como o compartilhamento de ideias e momentos, o contato com pessoas de todo o planeta, o suporte à tendência autorreferente (representada especialmente pelas famosas selfies), além de serem ferramentas de marketing eficientes, abrangentes e de baixo custo, as mídias digitais e redes sociais superaram as mídias tradicionais, cuja popularização do acesso foi muito mais lenta, como o rádio e a TV.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016


“Sou tricolor de coração, sou do Clube tantas vezes campeão...”, assim tem início um dos mais belos hinos do futebol brasileiro de autoria de Lamartine Babo. Foi esse estandarte da música brasileira, unida a história de glórias, que fez do Fluminense carioca uma das mais tradicionais equipes do país. Suas conquistas e seus dramas fizeram de seus apaixonados torcedores, verdadeiros guardiões do manto Tricolor com pó de arroz. Contagiados e envolvidos nessa magia, foi que dois jovens no Povoado Horta, resolveram fundar uma equipe, a qual o nome homenagearia o primo rico das laranjeiras.

É bem verdade, que inicialmente o nome poderia ser outro. Hélio Amorim e Zé Raimundo conhecido por Batatinha, torcedores do Botafogo e Fluminense respectivamente, ficaram em um dilema: como chamar o time a ser fundado? Como em Lagarto já existia um Botafogo, o de Hermógenes Andrade, em consenso e anestesiados pela aurora tricolor, resolveram fundar e nomear a equipe em novembro de 1980, de Fluminense, e assim, rememorar o clássico vovô do Rio de Janeiro em terras lagartenses.
sábado, 26 de dezembro de 2015

Ronaldo Chagas*

“E que a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guarde o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. ”
Filipenses 4:7

O que essa palavra representa para você? Particularmente não sei, mas não seria essa a oportunidade de dar e receber presentes? Uma ocasião esperada para êxito do comércio? O período tão aguardado para rever amigos e familiares?

A esperança do necessitado em receber sua cestinha de alimentos e alguma lembrancinha para os filhos? O momento ansiosamente esperado por famosos, empresas e instituições religiosas de se tornarem muito mais conhecidos e aplaudidos pelas campanhas que realizam em favor dos pobres?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015


Por: Caroline Menezes*

Há alguns anos nossa sociedade vem perdendo cada vez mais os seus valores, poucos são os que visam à organização e interação social. Antes não existia tanta futilidade, achar que ser correto é vergonhoso, dar real valor a aquilo que agregue algo importante para toda sociedade. Pela moralidade, pelos bons costumes e pelo respeito às diferenças, gostaria que os valores herdados e passados por essa figura regressassem ao nosso dia a dia.

Estou falando de Maria Auxiliadora Carvalho de Menezes, carinhosamente e popularmente conhecida por Dona Solinha. Uma mulher respeitada e admirada por todos que já tiveram a oportunidade de conhecê-la pessoalmente. Mesmo os mais distantes, sabem de sua importância e de sua integridade, pois são poucos os lagartenses que nunca ouviram falar neste nome.

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Renato Araujo Chagas, graduando em História pela Universidade Federal de Sergipe.

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